Angélica
Alerta em Angélica: Monitoramento aponta alta infestação de Aedes aegypti em março
ASSESSORIA

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do setor de Vigilância Entomológica, divulgou os dados mais recentes do Mapa de Direcionamento de Ação, referente à 10ª semana epidemiológica de 2026. O levantamento acende um importante sinal de alerta: o Índice de Positividade de Ovitrampas (IPO) atingiu 72%, indicando alta presença do mosquito Aedes aegypti no município.
O que dizem os números
Durante o período analisado, foram coletados 2.537 ovos nas armadilhas instaladas em pontos estratégicos da cidade. O índice de 72% significa que, a cada 10 armadilhas monitoradas, quase 8 apresentaram focos de reprodução do mosquito, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
O mapa de calor elaborado pela equipe técnica aponta áreas críticas — identificadas nas cores vermelho e laranja — onde a quantidade de ovos por armadilha ultrapassa 50 unidades, chegando a mais de 100 ovos em determinadas regiões. Esses locais são considerados de alto risco para a transmissão de arboviroses e demandam ações imediatas de controle.
A prevenção começa em casa
A Prefeitura de Angélica reforça que o combate ao mosquito depende diretamente da colaboração da população. A recomendação é simples, mas eficaz: dedicar pelo menos 10 minutos por semana para vistoriar o imóvel.
Confira algumas medidas essenciais:
Eliminar água acumulada em pratos de plantas
Descartar corretamente pneus velhos
Manter garrafas e recipientes virados para baixo
Limpar calhas e ralos
Evitar qualquer tipo de acúmulo de água parada
Um esforço coletivo
Diante do aumento significativo da infestação, o município reforça que o enfrentamento ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada. Com a continuidade das chuvas, o risco tende a aumentar, tornando ainda mais importante a manutenção da limpeza dos quintais e terrenos.
A luta contra o mosquito é diária — e começa dentro de casa.






